A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) implementou um sistema de biometria para controlar o acesso à Sala de Apoio TEA, localizada no Centro de Interesse Comunitário (CIC), no Campus A.C. Simões, em Maceió. A medida visa organizar o uso do espaço e garantir sua disponibilidade para estudantes autistas.
A mudança foi motivada por relatos de alunos à Pró-reitoria Estudantil (Proest) sobre o uso inadequado da sala, incluindo a perda de chaves e a permanência de pessoas não autorizadas. O Núcleo de Acessibilidade (NAC) esclareceu que a decisão foi tomada para atender às demandas dos estudantes.
A Sala de Apoio TEA é um espaço destinado ao acolhimento de estudantes autistas, especialmente em momentos de sobrecarga sensorial. Para utilizar a sala, os estudantes devem se cadastrar para acesso biométrico. O formulário para cadastro já está disponível, mas muitos usuários ainda não o completaram.
Enquanto o cadastramento não é finalizado, os estudantes podem solicitar a abertura da sala a um servidor da Proest. A mudança foi discutida em reunião do Conselho Universitário (Consuni), que acolheu as reivindicações dos estudantes e encaminhou as questões à Comissão de Acessibilidade.
O NAC reafirma seu compromisso com a acessibilidade e está disponível para receber demandas e esclarecer dúvidas sobre o funcionamento da sala.
