O ex-presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal sobre a apreensão de uma arma de fogo apreendida em blitz com um de seus seguranças.
Segundo o advogado Paulo Cunha Bueno, Bolsonaro disse que pediu ajuda para consertar a arma, que não funcionava, e que não houve intenção de descumprir a lei.
A defesa de Bolsonaro afirmou que a arma é de propriedade do ex-presidente, está devidamente registrada e que não houve determinação de cancelamento do registro.
O ministro Alexandre de Moraes deve decidir se a prisão domiciliar de Bolsonaro será mantida.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista e cumpre prisão domiciliar temporária desde o dia 27 de março.