O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, destacou a importância de aliar-se a governos norteados pela cultura democrática e confiáveis. Ele também defendeu a manutenção de certo nível de protecionismo econômico.
Wadephul considera o Brasil um parceiro de ligações estreitas e afirmou que continuará investindo em cooperações com a China, mas com avaliação cuidadosa. A Alemanha é o quarto principal parceiro comercial do Brasil, com US$ 21 bilhões em movimentação.
A porta-voz do Wilo Group, Svenja Ahlburg, chamou a atenção para a falta de crédito ao Brasil e destacou a importância da geração de valor local e competitividade para o país. Ela também avaliou que o acordo selado não resolve sozinho, sem inovação e competitividade.
A Alemanha figura entre os países que mais liberam recursos para projetos ambientais, como os de desmatamento e restauração florestal, pelo Fundo Amazônia. O fundo já beneficiou 259 mil pessoas com atividades produtivas sustentáveis e 75 mil indígenas.