O 18º Festival de Música de Penedo (Femupe) realizou dez oficinas temáticas nos dias 23 e 24, totalizando 80 horas de vivência musical focadas na teoria e prática.
A servidora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Iannara Farias, conduziu a oficina de cordas, destacando a importância de nivelar o aprendizado. ‘Nós conseguimos trabalhar a questão de sonoridade, que é em comum para todos’, afirmou.
Iannara também ressaltou que a oficina ajuda a preencher lacunas de ensino na região, já que muitos alunos não têm acesso a professores de violino. Para manter o contato, ela criou um grupo em uma rede social para estimular o aprendizado contínuo.
O estudante D’Angelo Andrade, que participa do festival pela terceira vez, elogiou a qualidade dos professores e a oportunidade de aprimorar suas habilidades no violino. ‘Não podia perder a experiência de estar trabalhando a técnica e a afinação com eles’, disse.
No segundo dia, a maestrina Sarah Higino participou da oficina, enfatizando a importância de equilibrar os diferentes níveis de conhecimento dos participantes. ‘A música faz essa interação também do social’, observou.
Durante o evento, foram realizadas oficinas de diversos instrumentos, incluindo trombone, violão, trompete, flauta, saxofone, clarineta, tuba, bombardino, musicoterapia e música e literatura.
O Femupe é uma iniciativa da Ufal, em parceria com diversas instituições, e visa promover o conhecimento musical na região.
