sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Exercício Guardião Cibernético 8.0 reúne 1.300 participantes em Brasília

Exercício Guardião Cibernético 8.0 reúne 1.300 participantes em Brasília
Exercício Guardião Cibernético 8.0 reúne 1.300 participantes em Brasília
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O Exercício Guardião Cibernético, um importante treinamento de defesa cibernética do Hemisfério Sul, ocorreu em Brasília entre os dias 21 e 25 de setembro, reunindo mais de 1.300 participantes, cerca de 300 organizações e representantes de 14 países.

O evento, que contou com a presença de autoridades civis e militares, teve como objetivo criar um ambiente de cooperação para preparar instituições públicas e privadas contra ameaças digitais que possam afetar serviços essenciais. Durante o exercício, foram simulados ataques cibernéticos complexos, permitindo testar procedimentos e identificar soluções para aumentar a resiliência nacional.

O General Hertz Pires do Nascimento, chefe do Centro de Ciência e Tecnologia do Exército, destacou a importância da integração entre profissionais de diferentes áreas para enfrentar crises cibernéticas, afirmando que a reunião de especialistas é fundamental para informar a sociedade sobre as medidas adotadas.

A estrutura descentralizada do exercício permitiu a participação de polos em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Manaus, ampliando a capacidade de resposta a incidentes cibernéticos. A programação incluiu palestras para disseminar conhecimentos sobre segurança digital.

Em um cenário simulado, militares do Exército atuaram como atacantes, enquanto especialistas de diversas instituições trabalharam na identificação e contenção dos ataques. Essa dinâmica promoveu a comunicação e a cooperação entre os diferentes envolvidos na proteção de infraestruturas críticas.

A oitava edição do Guardião Cibernético faz parte de um esforço maior para fortalecer a atuação do Brasil no domínio cibernético, um dos setores estratégicos definidos pela Estratégia Nacional de Defesa. O Exército Brasileiro é responsável por essa área, que é crucial para a segurança e soberania nacional.

Com a participação de especialistas de diversas instituições, o exercício reafirma que a proteção do espaço digital é uma responsabilidade compartilhada, contribuindo para a antecipação de riscos e a preservação de serviços essenciais.

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