A importância do pré-natal é destacada na Semana Nacional de Conscientização sobre os Cuidados com as Gestantes e as Mães, que termina em 15 de agosto. O pré-natal deve ser iniciado, preferencialmente, até a 12ª semana de gestação, com acompanhamento gratuito pelo SUS, que inclui consultas, exames, vacinas e avaliação odontológica.
O acompanhamento é fundamental para identificar precocemente alterações na saúde da gestante e do bebê. O Ministério da Saúde recomenda pelo menos sete consultas de pré-natal, com frequência mensal até a 28ª semana, quinzenal entre a 28ª e a 36ª semanas, e semanal a partir da 36ª semana. Após o parto, são indicadas pelo menos duas consultas para acompanhamento da saúde da mãe e do recém-nascido.
A Caderneta Brasileira da Gestante deve ser utilizada para registrar informações importantes sobre a saúde da gestante e do bebê, além de ser levada a todas as consultas e atendimentos. Durante as consultas, a equipe de saúde monitora a pressão arterial, o peso, solicita exames e orienta sobre cuidados essenciais, como uso de vitaminas e medicamentos.
É crucial que gestantes busquem atendimento imediato em casos de pressão alta, sangramentos, dor abdominal intensa, febre, entre outros sintomas. A diminuição dos movimentos do bebê após a 20ª semana também requer atenção, e a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) ou um serviço de urgência.
Manter a Caderneta da Gestante atualizada é fundamental para garantir a continuidade do cuidado durante toda a gestação e o pós-parto.